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Mensagem de Dr. Bezerra de Menezes na Psicofonia de Divaldo Pereira Franco no no dia 18/04/2010, encerramento do 3º Congresso Espírita Brasileiro em Brasília/DF.

Estamos agora em um novo período, estes dias assinalam uma data muito especial, a data da mudança do mundo de provas e expiações para mundo de regeneração. A grande noite que se abatia sobre a terra lentamente cede lugar ao amanhecer de bênçãos, retroceder não mais é possível.

Firmastes, filhas e filhos da alma, um compromisso com Jesus antes de mergulhares na indumentária carnal de servi-lo com abnegação e devotamento, prometestes que lhe serias fiel, mesmo que vos fosse exigido o sacrifício.

Alargando-se os horizontes deste amanhecer que viaja para a plenitude do dia, exultemos juntos, os espíritos desencarnados e vós outros que transitais pelo mundo de sombras; mas além do júbilo que a todos nos domina, tenhamos em mente as graves responsabilidades que nos exortam a existência do corpo ou fora dele.

Deveremos reviver os dias inolvidáveis da época do martírio nosso, seremos convidados não somente ao aplauso, ao entusiasmo, ao júbilo, mas também ao testemunho, o testemunho silencioso nas paisagens internas da alma, o testemunho por amor àqueles que não nos amam, o testemunho de abnegação no sentido de ajudar aqueles ainda se comprazem em gerar dificuldades tentando inutilmente obstaculizar a marcha do progresso.

Iniciada a grande transição, chegaremos ao clímax e na razão direta em que o planeta experimenta as suas mudanças físicas, geológicas, as mudanças morais serão inadiáveis.
Que sejamos nós aqueles Espíritos Espíritas que demonstremos a grandeza do amor de Jesus em nossas vidas; que outros reclamem, que outros se queixem, que outros deblaterem, que nós outros guardemos, nos refolhos da alma, o compromisso de amar e amar sempre, trazendo Jesus de volta com toda a pujança daqueles dias que vão longe e que estão muito perto.

Jesus, filhas e filhos queridos, espera por nós, que seja o nosso escudo o Amor, as nossas ferramentas o Amor, e a nossa vida um Hino de Amor, são os votos que formulamos os Espíritos Espíritas aqui presentes e que me sugeriram representá-los diante de vós.

Com muito carinho o servidor humílimo e paternal de sempre,
Bezerra, muita paz filhas e filhos do coração.”

Fonte: http://www.radioboanova.com.br/noticia.php?id=7696

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Alimento para a Alma – Estréia: Herdeiros do Novo Mundo


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Centenário de Chico Xavier movimenta mercado cultural espírita

SÃO PAULO – Segundo informações do último censo do IBGE, publicado em 2000, as pessoas que se declaram espíritas são 1,3% da população brasileira. O número é pequeno se comparado aos católicos e evangélicos, mas movimenta um mercado cultural de respeito. Estima-se, por exemplo, que dez milhões de livros espíritas foram vendidos em 2009. Nos cinemas, o filme “Bezerra de Menezes” conseguiu um público de 500 mil pessoas em 2008. Nos palcos, a edição de 2009 da Mostra de Teatro Trascendental reuniu 35 mil pessoas em Fortaleza. 

Este ano, esses números vão crescer. Isso porque 2010 é o ano do centenário do nascimento de Chico Xavier, maior nome do espiritismo brasileiro. No dia 02 de abril, data de seu aniversário, chega aos cinemas “Chico Xavier, o Filme”, produção da Globo Filmes que tem tudo para ser o maior sucesso do cinema brasileiro do ano. E este não será o único filme espírita de 2010 – outras duas produções estreiam no segundo semestre. 

Uma delas é “As Mães de Chico Xavier”, produzido pela mesma equipe responsável por “Bezerra de Menezes”, e que conta a história de mães que entraram em contato com os filhos mortos através do médium mineiro. A outra é “Nosso Lar”, baseado no livro de maior sucesso de Chico, e que retrata o plano espiritual segundo a visão espírita. O lançamento deste segundo filme está marcado para setembro. O primeiro ainda não tem data de estreia definida. 

Nas livrarias, o destaque é reedição de “As Vidas de Chico Xavier”, do jornalista Marcel Souto Maior, pela editora Leya. Originalmente publicado em 1994, o livro serviu de base para o roteiro do cinebiografia do médium e volta em edição que o autor considera “definitiva”. “Chico é uma figura controvertida, um mito polêmico, idolatrado por milhões de brasileiros e questionado por outros milhões de céticos”, avalia Souto Maior. 

Nelson Xavier, Zíbia Gasparetto e Chico Xavier

Divulgação/Agência Estado - Nelson Xavier, Zíbia Gasparetto e Chico Xavier

 

Uma das características que transformou Xavier em mito descrito por Souto Maior foi a psicografia. O dom de escrever sob inspiração de espíritos levou o médium a publicar mais de 400 livros, que venderam juntos cerca de vinte milhões de cópias. Criou ainda uma escola que tem fenômenos como a paulista Zibia Gasparetto, de 83 anos, cuja obra já ultrapassou alegados 25 milhões de volumes vendidos. 

Neste mercado, há espaço também para peças teatrais. A companhia Operários do Palco, por exemplo, existe desde 2001, sempre com espetáculos de temática espírita. O grupo, responsável por sucessos como “Paulo e Estêvão” e “A Vida de Emanuel”, estreia em março a peça “Herdeiros do Novo Mundo”. “Não fazemos pregação religiosa”, garante o diretor da companhia, Marco Nicolatto. “Apenas refletimos sobre questões humanas de uma forma positiva”, finaliza.

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Teatro do outro mundo

Os 100 anos de Chico Xavier farão de 2010 um ano de muitas peças espíritas

Maiara Camargo, maiara.camargo@grupoestado.com.br

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O centenário de nascimento do médium Chico Xavier (1910-2002), em 2010, vai movimentar os teatros da cidade, com diversos espetáculos que trarão a temática espírita. Entre estreias e reestreias no início do ano, serão cerca de dez produções. Além do retorno de peças…

O segmento cresce e, com ele, surge uma trupe à qual não faltam histórias para contar (leia mais na página 3). Sem a ajuda de leis de incentivo, as companhias viajam o Brasil com o que chamam de ‘peças transcendentais’, nome adotado para evitar a ideia de pregação. Em coro, atores apontam como objetivo levar mensagens positivas não necessariamente para seguidores do espiritismo “São reflexões de esperança, não é para definir religião”, diz Marco Nicolatto, fundador da companhia Operários do Palco.

O grupo fundado em 2002 depois de Nicolatto abandonar seu trabalho como ator na Globo, estreia espetáculo em março. No início do segundo semestre, chega ao palco Sob as Mãos da Misericórdia, além das reestreias de A Força da Bondade e O Amor Jamais Te Esquece, todas de André Luiz Ruiz. Juntas, as duas últimas já receberam mais de 20 mil espectadores. “Ao contrário do que fazia na televisão, falo de coisas que me inquietam”, diz o ator, que atuou nas novelas Torre de Babel (1998) e Anjo Mau (1997).

Fonte: Jornal da Tarde

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MOSTRA DE TEATRO TRANSCENDENTAL

Quixe ramobim receberá a peça no sábado

Mostra Itinerante do Teatro Transcendental leva espetáculos para 13 municípios do Interior do Estado do Ceará. O espetáculo “O AMOR Jamais Te Esquece”, do Estado de São Paulo, será uma das atrações da VII Mostra Brasileira.

Quixe ramobim re cebe rá a pe ça no s ábadoMostra Itinerante do Teatro Transcendental levaespetáculos para 13 municípios do Interior do Estado doCeará. O espetáculo “O AMOR Jamais Te Esquece”, doEstado de São Paulo, será uma das atrações da VIIMostra Brasileira.

A população de 13 municípios do Estado do Ceará também tem a oportunidade de conhecer os espetáculos da VII Mostra Brasileira de Teatro Transcendental por meio da Mostra Itinerante. Desde a última sexta-feira, os espetáculos da Mostra começaram a se apresentar em praças e centros culturais do Interior do Estado. Poderão assistir a peças da Mostra os moradores dos municípios de Aquiraz, Jaguaretama, Caucaia, Beberibe, Eusébio, Redenção, Horizonte, Maranguape, Guaiuba, Quixeramobim, Maracanaú, Pacatuba e Quixadá. As apresentações são gratuitas e acontecem sempre às  19 horas, com exceção de Caucaia e Quixeramobim, onde os espetáculos terão início às 20 horas. Além de cultura, arte e sensibilidade, a edição 2009 da mostra leva para a população desses municípios mensagens positivas que incentivam uma postura transcendental do ser humano.

Neste ano, o tema da Mostra Brasileira de Teatro Transcendental é “Em Ética”. “Temos como intuito principal estimular a espiritualidade em todos que vão aos espetáculos. Trazemos peças que tratam de  temáticas de paz, amor, fé, altruísmo, fraternidade, ética, que passam mensagens positivas e formam uma corrente ativa de solidariedade. Vale ressaltar que não há ligação do projeto a qualquer religião”, diz Luís Eduardo Girão, fundador da Organização Não Governamental (ONG) Estação da Luz, promotora do evento.

Para saber mais sobre os espetáculos que circularão pelos municípios na Mostra Itinerante, basta acessar o site www.teatrotranscendental.com.br.

Programação

Ontem, a população do Eusébio pôde ver o espetáculo “Quem tem Medo da Morte?”, da Bahia, no Núcleo de Arte, Educação e Cultura Aluizio Bruno. Hoje, será a vez do município de Redenção, com a peça “O Amor Jamais Te Esquece”, de São Paulo, no MR Society. Hoje, também, a Mostra vai até a cidade de Horizonte, com o espetáculo “2 de Novembro”, de Belo Horizonte, que será apresentado no Teatro Centro Cultural Tasso Jereissati. Amanhã, os moradores de Maranguape vão assistir à peça “Quem Tem Medo da Morte?”, no Teatro Municipal Dr. Pedro Gomes de Matos.

No sábado, as apresentações acontecem no município de Guaiúba, com a peça “Quem Tem Medo da Morte?”, no Teatro Tom Cavalcante; em Quixeramobim, com “Estranha Loucura”, de São Paulo, no Teatro Memorial Antonio Conselheiro; em Maracanaú, com “Inquieto Coração”, do Rio de Janeiro, no Teatro Dorian Sampaio.

No domingo, o espetáculo “Quem Tem Medo da Morte?” se apresenta em Pacatuba, no Teatro Maria Betiza Campos Pinto; e a peça “Estranha Loucura”, em Quixadá, no Teatro do Centro Cultural Raquel de Queiroz.

Em Fortaleza, a programação principal da Mostra é realizada no Theatro José de Alencar (TJA) até domingo (23). Na sétima edição da Mostra Brasileira de Teatro Transcendental, estão agendadas ainda apresentações do teatro de bonecos “Entre Deus e Mamom”, nos terminais de ônibus, e a realização de palestras sobre vários temas ligados ao teatro transcendental no TJA.

No teatro, também será realizada uma exposição das peças concorrentes do Concurso de Cartazes, iniciativa promovida por uma parceria entre a Secretaria da Educação do Estado (Seduc) e a VII Mostra  Brasileira de Teatro Transcendental. Concorrem no concurso estudantes de escolas públicas.

Solidariedade

Como a Mostra tem fins solidários e procura levar a platéia presente à reflexão e a ações em prol do próximo, o resultado da arrecadação de alimentos provindos dos espetáculos promovidos no TJA  serão totalmente doados para seis instituições filantrópicas. Desde 2003, nas seis edições da Mostra realizadas até agora, foram doados R$ 532.466,00 e 47 toneladas de alimentos, beneficiando 35  entidades sociais, o que possibilitou benfeitorias como a construção de creches, a melhoria de atendimento hospitalar, entre outras, sendo sempre acompanhadas pela Associação Estação da Luz.

No Interior, a Mostra já passou pelas cidades de Aquiraz, Jaguaretama e Caucaia, com o espetáculo “Entre Deus e Mamom”; no município de Beberibe, com a peça “Quem tem Medo da Morte?”. Leia mais no

CIDADES

13 municípios do Estado do Ceará terão a oportunidade de conhecer as peças da Mostra de Teatro Transcendental, até domingo

Mais informações

VII Mostra Brasileira de Teatro Transcendental

(85) 3258.1001

(85) 8745.0634

Fonte: Diário do Nordeste – Regional

Crisanto Teixeira – Radialista e Jornalista

20/08/2009

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A arte teatral a favor da divulgação do Espiritismo

O diretor das peças Allan Kardec – O Cientista do Invisível e O Amor Jamais Te Esquece fala das dificuldades das
alegrias que tem encontrado ao levar para o teatro obras de qualidade que focalizam a temática espírita.

Mineiro de Belo Horizonte, formado em Psicologia e Artes Cênicas, Marco Nicolatto, que atualmente reside em São Paulo (SP), é ator, diretor, produtor e dramaturgo, com experiência e trabalhos já realizados na Rede Globo de Televisão.

Espírita há 25 anos, suas respostas à nossa entrevista trazem uma visão ampliada de seu idealismo e de seu amor ao Evangelho e mostram também um inusitado entusiasmo pela divulgação espírita por meio do teatro, uma proposta cujo marco inicial foi a leitura do romance Paulo e Estêvão, de Emmanuel.

A seguir, a entrevista que o confrade gentilmente nos concedeu:

O Consolador: Qual a razão de sua mudança de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro e depois para São Paulo?
Mudei-me de Belo Horizonte para estudar teatro no Rio de Janeiro, onde estudei Artes Cênicas e residi por cerca de dez anos. Lá trabalhei na Rede Globo por cinco anos, onde atuei em minisséries como Engraçadinha, novelas como Torre de Babel e Anjo Mau, entre outras, além de episódios em alguns programas semanais como Você Decide, entre outros. Também trabalhei em teatro tanto como produtor e ator. Por volta de 1999, já acalentando o desejo de dedicar-me à uma arte compatível com as idéias e inquietações que trazia em meu espírito, mudei-me para São Paulo, onde estou há cerca de oito anos.

O Consolador: Qual sua principal atuação no movimento espírita?
Dentro do movimento espírita sempre me dediquei aos trabalhos junto aos mais necessitados, quer na área social, como em favelas, nas ruas com os mendigos, ou na casa espírita em trabalhos na área da mediunidade psicofônica e palestras. Em relação a cargos formais nunca tive interesse em exercê-los. É claro que se houvesse necessidade eu o faria, mas confesso que sempre fui um tanto avesso às questões de poder que sempre identificava nas muitas casas nas quais trabalhei. Cito algumas: Centro Espírita Célia Xavier, em Belo Horizonte; Lar Espírita Joanna de Ângelis, no Rio de Janeiro, e Centro Espírita Batuíra, no bairro de Perdizes, com o saudoso Sr. Espartaco Ghilardi, aqui em São Paulo.

O Consolador: Quando teve contato com o Espiritismo? Houve algum fato ou circunstância especial que haja propiciado esse contato inicial?
Meu contato com o Espiritismo se deu há cerca de 25 anos. O meu interesse por filosofia em geral e a grande afinidade com a filosofia oriental fizeram com que eu tivesse convicção em questões como a imortalidade da alma, a reencarnação etc. Mais especificamente, o que me levou a essa procura creio ter sido o meu desencanto com o trabalho que exercia, na área da psicologia social, em projetos voltados para as populações carentes em regiões muito pobres de Minas Gerais como o Vale do Jequitinhonha, cidades ribeirinhas e periferias de grandes cidades. Projetos aos quais eu me dedicava com idealismo, uma vez que eram voltados às camadas mais pobres da população e eram financiados por entidades internacionais como o Banco Mundial, o Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID, entre outros. Mas, percebendo que os políticos acabavam por se apropriar do trabalho e principalmente das verbas, senti meu idealismo arrefecer ao perceber que o interesse pelo sofrimento alheio era muito mais para servir de plataforma política do para de fato minorar o sofrimento de um povo já tão sofrido. Então me desiludi da psicologia, o que me levou à busca artística e à busca de um sentido para minha própria vida, já que tudo isto me levou a uma grande depressão, que me colocou de cama por mais de um ano. Então fui buscar respostas mais claras às minhas indagações, que não fossem adornadas com rituais ou misticismos que as tornavam incompreensíveis em muitos ou então dependentes de algum guru, ou chefe religioso e coisas do gênero. O encontro com o Espiritismo se deu de uma forma natural, e um fato de grande expressão para tal é que o Espiritismo não prevê remuneração, nem sacerdócio organizado, não tem dono nem dogmas.
Fato curioso, nesse período, foi a oportunidade de longas conversas com um Espírito amigo, o Dr. Joseph Kleber, que, por meio de uma médium inconsciente, de instrução primária, propiciou-me inúmeras conversas sobre filosofia, física quântica, entre outros, conteúdos inacessíveis para a médium em questão. Isto me ajudou muito a certificar-me da autenticidade das comunicações espirituais.

O Consolador: Quantas peças teatrais já montou como diretor? Foi ator em todas elas também?
Como diretor montei cinco peças teatrais e em todas também trabalhei como ator.

O Consolador: De onde vem seu gosto pelo teatro e o que o levou a adaptar obras espíritas para levá-las ao palco?
O gosto pelo teatro tem sua origem na própria discussão filosófica, uma vez que, como
costumo dizer, onde o discurso se esgota a encenação avança por encontrar outros elementos de expressão como a música, as imagens que são produzidas em uma peça, a interpretação e emoção dos atores, a tentativa de trazer à cena imagens arquetípicas que a palavra sozinha não consegue, a possibilidade de tocar as pessoas através da emoção, a utilização das artes plásticas, das associações inconscientes, ou seja, a possibilidade de utilizar todas as artes para construir um espetáculo. A vontade de adaptar ou escrever obras espíritas para o teatro surgiu logo que entrei em contato com o Espiritismo. Ao ler Paulo e Estêvão e a Revista Espírita de capa a capa, de imediato quis levá-los ao palco, transformando-os em espetáculos teatrais, sendo um dos fatores determinantes para que eu me dedicasse ao estudo do teatro, para então poder desenvolvê-las.

O Consolador: Qual a maior dificuldade de um diretor teatral para a montagem de uma peça baseada num livro?
Desconstruir a linguagem literária de um texto e reconstruí-la na linguagem teatral. Seguir uma linha emocional e compreensível que mantenha conflitos e tensões que prendam a atenção do espectador durante a peça. E talvez a mais difícil seja descartar algumas passagens que, mesmo sendo belas ou muito belas, devem ser sacrificadas em benefício do conjunto do espetáculo e, também, para que este não fique muito longo e o excesso de informações não acabe por confundir o espectador em relação à trama central. Os custos para desenvolver o trabalho e contar com um grupo unido e idealista também são consideráveis.

O Consolador: Quais as principais repercussões da peça “Allan Kardec – O Cientista do Invisível”?
Uma das principais repercussões foi a percepção do público, espírita ou não, da seriedade e da propriedade com que desenvolvemos o nosso trabalho, com um grande respeito aos fundamentos doutrinários e ao estudo efetuado para que o pensamento e a obra do codificador fossem retratados com fidelidade, ao mesmo tempo mostrando que esta seriedade doutrinária é e deve ser compatível com um teatro de qualidade que não fique a dever a outros espetáculos que abordam pensamentos diferentes. “Allan Kardec – O Cientista do Invisível” fortaleceu os laços da arte que desenvolvemos tanto com o meio espírita como com o meio artístico em geral.

O Consolador: E qual a motivação que o levou à montagem da peça “O Amor Jamais Te Esquece”?
A vontade de trazer ao público a emoção de conhecer um Jesus próximo, amigo, que se ocupa conosco e que nos conhece pelo nome. Acredito que se as pessoas sentirem que são amadas incondicionalmente por esse Amigo e Mestre, isto poderá provocar uma transformação na vida delas, no sentido de uma vida mais plena de fé, de esperança e de vontade de vencer as próprias limitações. Também a nossa percepção de ser esta a vontade dos espíritos, que são os verdadeiros autores do nosso trabalho. A eles, em nome do Mestre amado, buscamos ser servidores de confiança, e tentamos desenvolver o trabalho da melhor maneira possível, com o objetivo acima tudo de agradar a Jesus, de tentar mostrar a Ele quanto o amamos e Lhe somos gratos. No nosso trabalho o público é que é importante, não os artistas. Afinal eles são os convidados de Jesus, os quais tentamos servir com o que possuímos de melhor. Também, não custa repetir, pelas campanhas desenvolvidas por muitos que se dizem espíritas, querendo que ele seja apenas filosófico ou científico, o que para mim é um grande equívoco, até porque, se fosse assim, não haveria necessidade de Kardec ter editado O Evangelho segundo o Espiritismo e A Gênese, duas obras que em grande parte falam das obras de Jesus na Terra. E o fundamental não são as discussões filosóficas e cientificas e sim que aprendamos a amar verdadeiramente, algo que sem os ensinamentos e exemplificação do Mestre querido torna-se muito difícil.

O Consolador: A obra em referência é a primeira de uma trilogia composta também de “A Força da Bondade” e “Sob As Mãos da Misericórdia”. O grupo pretende encenar também as outras duas obras?
Sim. Pretendemos encenar as três peças, e se Deus nos permitir ficarmos com as três em cartaz ao mesmo tempo. Para tanto, já temos os direitos autorais cedidos pelo Instituto de Difusão Espírita (IDE).

O Consolador: A respeito do grupo Operários do Palco, o que você diria? Quais as dificuldades e alegrias conquistadas?
As dificuldades são muitas, mas prefiro me ater às conquistas. Dentro delas, sem dúvida está a melhoria de nós mesmos, ou seja dos integrantes do grupo, na medida em que tentamos testemunhar na vida diária os exemplos, a coragem e a fé que abordamos em nossas peças. A formação de um grupo de amigos crescentes e solidários com o nosso trabalho também é para nós motivo de grande alegria, pois quando iniciei os trabalhos só contava comigo e com os bons espíritos que me ajudaram e confiaram em mim, somando a isso o reconhecimento e o carinho do público e fatos muito significativos de pessoas que nos procuraram depois dos espetáculos dizendo-se com coragem para enfrentar os seus problemas, pessoas que entravam para ver uma da peças determinadas ao suicídio e que mudaram de idéia e muitos outros fatos deste. Além disso, os depoimentos de católicos, evangélicos e irmãos de várias religiões nos revelaram um grande interesse em conhecer mais sobre a doutrina espírita. As dificuldades vamos enfrentando-as com fé, com coragem, com a certeza de que Jesus e os bons espíritos seguem adiante de nós preparando o caminho e nos ajudando em nossas muitas deficiências pessoais, pode-se ler ignorância mesmo.

O Consolador: Durante as apresentações como você e o grupo percebem o retorno do público? Claro que ao final as vibrações e palmas os alcançam intensamente e mesmo depois, no contato com o público. Mas… e durante a encenação?
O retorno do público, como já dissemos anteriormente, tem sido de um carinho e uma vibração espontânea. Pessoas oram por nós e para que perseveremos em muitos lugares, a maioria das quais não conhecemos pessoalmente, mas que reconhecem a importância de darmos continuidade a uma arte que seja a expressão do Belo produzindo o Bem. Durante os espetáculos e também nos ensaios a sustentação espiritual é muito grande e ficamos emocionados com o carinho com que nos tratam os espíritos amigos. Em alguns momentos, não será exagero dizer que vivenciamos momentos de grande felicidade, sobretudo após as intensas lutas para realizar um espetáculo. Nós ficamos muito felizes e os espíritos também. Mas é preciso manter sempre a humildade, o Orai e Vigiai, pois a lei de atração continua existindo e temos de nos esforçar para manter um padrão mental compatível com a tarefa que desenvolvemos, porque os ataques também surgem. Graças a Deus que a responsabilidade será sempre nossa em nos conduzir com dignidade ou de nos perdermos nas expressões menos felizes do ego e do personalismo, responsável pela destruição de muitas iniciativas destinadas a produzir o Bem.

O Consolador: E o envolvimento espiritual para montagem e encenação, como é percebido?
Creio já ter respondido em grande parte a esta pergunta, mas posso acrescentar que trabalhamos principalmente com a intuição para conseguirmos perceber as orientações dos muitos artistas do mundo invisível que trabalham conosco. Em “O Amor Jamais Te Esquece”, por exemplo, os cenários possuem painéis que estão sendo elaborados mediunicamente pelos mestres pintores, coordenados por Pierre Auguste Renoir, e posso afirmar que um número muito grande de pintores trabalha nessas telas, assim como os escritores na elaboração do texto, os atores e diretores na encenação, todos nós formando uma só equipe que reúne o mundo invisível e o visível. Sentimos amiúde a presença desses amigos queridos e tudo transcorre com muita harmonia e empenho.

O Consolador: Relate algum fato marcante que você tenha vivido com o teatro espírita.
É comum a percepção de espíritos durante os espetáculos, relatados por médiuns videntes e sentidos por nós mesmos. Também há os que querem atrapalhar, mas a responsabilidade advém da nossa sintonia. São muitos os fatos curiosos. Por exemplo, o espetáculo “Allan Kardec – O Cientista do Invisível’ foi escrito em uma só “sentada” de 48 horas. Depois fiz alguns ajustes durante os ensaios mas o texto original se manteve praticamente o mesmo. Ao escrever o “Amor Jamais Te Esquece” pude perceber muitas vezes a ajuda de Lúcius para que eu desenvolvesse o trabalho, sem perder a diretriz do romance, pois o livro é muito bonito com um grande número de passagens belíssimas, o que tornava, às vezes, um pouco difícil e angustiante a adaptação, por ter de “deixar de lado algumas cenas” para que as partes não prejudicassem o todo. Também pude perceber muito a ajuda de Lúcius para transformar a linguagem literária em teatral. Acredito que esse espetáculo é um momento de maturidade para o nosso grupo e também para o público. O amparo do Alto nos tem chegado de tantas formas que o nosso trabalho, sem dúvida, é uma prova da atuação dos espíritos no mundo material, visto que os resultados alcançados estão, segundo penso, muito além das nossas possibilidades.

O Consolador: E os recursos para o grupo, como ocorrem? Como alguém, que queira ajudar, pode fazê-lo?
Um dos aspectos mais difíceis se refere ao apoio financeiro. Muitos empresários espíritas ainda são um pouco tímidos e receosos de ter seus nomes ou empresas associadas a um segmento religioso. Mas nós não fazemos um teatro religioso, proselitista ou somente para os espíritas. Fazemos um teatro para todo tipo de público. Nós não queremos ficar intramuros do movimento espírita, e sim, como dizia Paulo de Tarso, levar estas idéias aos gentios, ou seja a todos os segmentos da população. Por isto buscamos primar o nosso trabalho pela busca da qualidade teatral, contar bem as histórias que propomos e que cada um tire depois suas próprias conclusões. Basicamente temos caminhado até aqui com recursos próprios e com ajudas as mais imprevistas que acabam por permitir que consigamos recursos para as montagens e manutenção delas. É preciso investir em divulgação para que alcancemos cada vez mais uma diversificação de público e fazermos face às despesas com aluguel de teatro, luz, técnicos, atores etc. Ao mesmo tempo já conquistamos apoiadores fiéis em permuta de serviços como a Radio Boa Nova e a Rádio Mundial, que nos anunciam, como diversos outros que participam com material gráfico, divulgação etc. Gostaríamos de dizer ainda que é muito importante para nós encontrar um ou mais patrocinadores para que possamos levar nossos espetáculos para outros estados e até mesmo para fora do Brasil.

O Consolador: Em que teatro têm ocorrido as apresentações? Há necessidade de reserva de vagas? Qual o telefone e o e-mail para contato com o grupo?
O espetáculo “O Amor Jamais Te Esquece” está sendo apresentado no Teatro União Cultural, um teatro com instalações modernas e confortáveis, e também de ótima localização, pois fica próximo da Avenida Paulista e do metrô Brigadeiro, o que facilita muito o acesso. O endereço é Avenida Mário Amaral 209. Nossas apresentações são sempre aos sábados e domingos às 17h30. Pedimos a todos que façam reservas. Os grupos formados por 10 pessoas ou mais têm desconto de 57% no valor do ingresso. É uma forma de mantermos um teatro popular, pois não é nosso objetivo fazer um teatro elitizado em que o objetivo principal é o lucro. É claro que precisamos cobrir nossos custos, mas precisamos dar acesso a camadas da população que nunca estiveram no teatro, além de estimular no movimento espírita o gosto pela cultura e pelas artes, cientes de que a cultura produzida por um povo é o reflexo do seu estado evolutivo. Os telefones para contato com o grupo teatral são (11) 5641-4491 e 9694-3684 e o e-mail é operariosdopalco@yahoo.com.br.

Transcrito do site www.oconsolador.com
Ano 2 – N° 61 – 22 de Junho de 2008

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Fomos ao teatro! Que emoção!

Num grupo grande de amigos, de Matão e Araraquara, formamos uma caravana com mais de 90 pessoas, em dois ônibus, e fomos a São Paulo na tarde de domingo, 4 de maio de 2008.

Programados com boa antecedência, fretamos os veículos para assistirmos juntos o espetáculo teatral O Amor Jamais Te Esquece, encenada pela Companhia Operários do Palco, da capital paulista, em cartaz desde fevereiro último e que estará sendo apresentada até o final do ano.

Da obra original de mesmo nome, editada pelo IDE – Instituto de Difusão Espírita, de Araras –, ditada pelo Espírito Lúcius ao médium André Luiz Ruiz, com adaptação e direção de Marco Nicolatto e a belíssima trilha sonora original, com composição, arranjo e produção de Gustavo Barcamor, emociona pelo tom de sensibilidade e força, muito apropriadas ao tema. Marco Nicolatto é mineiro de Belo Horizonte e atualmente residindo em São Paulo; formado em psicologia e artes cênicas, espírita há 25 anos, é também ator, diretor, produtor e dramaturgo. A leitura do romance Paulo e Estevão foi o marco inicial do interesse pela divulgação espírita pelo teatro.

Gustavo Barcamor, jovem e talentoso, leva o público às lágrimas com suas lindas composições e arranjos musicais, fazendo brilhar ainda mais a já impecável interpretação dos atores através do expressivo fundo musical.

Com a maravilhosa atuação dos dedicados atores, o jogo de luzes e cenários, somados à já citada e forte presença musical, o texto é rico de ensinos do Evangelho, tornando-o uma autêntica proposta de renovação interior e de amor ao próximo nesses tempos difíceis que o planeta atravessa. Com tanta violência e indiferença presentes no mundo, presenciar a apresentação da peça, de apenas 90 minutos que nem vemos passar, e lamentamos seu final, ir ao teatro para ver O Amor Jamais Te Esquece é oferecer a nós mesmos, à nossa família, aos nossos amigos, uma nova perspectiva de enxergar a vida. 

Aliás, o livro que inspira o espetáculo é lindo. Ele integra uma trilogia composta também das obras A Força da Bondade e Sob as Mãos da Misericórdia, também editadas pelo IDE de Araras.

A conduta e exemplos do personagem Zacarias, atendendo ao apelo de Jesus para cuidar do desastrado Governador Pilatos, comovem profundamente pelos exemplos de humildade e de absoluta submissão ao preceitos do Evangelho. É impossível não se emocionar ao ver as cenas que retratam os dramas humanos, socorridos pela presença incomparável do Mestre da Humanidade através do exemplar Zacarias. Lágrimas que não conseguimos reter estão presentes durante todo o espetáculo, diante da beleza e sublimidade dos textos interpretados tão vivamente com os trajes próprios da época. 

Para quem leu o livro as emoções têm o sabor da agradável recordação do texto lido e guardado tão carinhosamente nas lembranças. Para quem não leu, o convite de leitura da extraordinária obra é irresistível.       

Voltamos felizes e emocionados da oportunidade tão valiosa. Gostaria de sugerir às nossas cidades e instituições que igualmente formem caravanas para verem o espetáculo e proporcionarem a si mesmos uma estada incomparável em São Paulo. Ou, melhor ainda, será levar o espetáculo para sua cidade.

Os contatos com o grupo, para agendamentos e convites, podem ser feitos pelos telefones 0 xx 11 5641-4491 ou 0 xx 11 9694-3684, que possui preços especiais para grupos. Ou pelo e-mail operariosdopalco@yahoo.com.br . O site do grupo é www.operariosdopalco.com.br

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Kardec em cena

Peça “Allan Kardec” foi vista por mais de 12 mil

ROSANA DE SOUZA

Domingo, 25 de novembro, aconteceu a última apresentação do espetáculo “Allan Kardec – o cientista do invisível”, no Espaço Cultural Juca Chaves.

O Jornal dos Espíritos esteve presente para prestigiar a despedida. E pudemos presenciar um fato inusitado: o teatro lotou e mais de cinqüenta pessoas não conseguiram ingressos para assistir à peça.

A fila para a compra de ingressos estava tão longa, que ocasionou um atraso de mais de meia hora para o início do espetáculo.

Foram colocadas, às pressas, cadeiras extras, na tentativa de atender a todos os presentes.  Mas, não resolveu o problema: eram pessoas demais.  E já com 45 minutos de atraso, a bilheteria anunciou que não tinha mais nenhum lugar disponível.

Neste momento, mais de 50 pessoas foram embora, meio desoladas.
Umas vinte pessoas, ainda persistiram e ficaram, na expectativa de conseguir entrar e assistir à peça. Tentativa também frustrada.

Sem dúvida alguma, o fato que presenciei, me deixou com um misto de alegria e tristeza. A alegria de poder conferir a força que os espetáculos espíritas estão alcançando, e a tristeza , ao ver a decepção de tantas pessoas que se deslocaram de suas casas e não conseguiram assistir à peça.

“Allan Kardec – o cientista do invisível”, é uma peça belíssima, que conta a vida de Kardec, seus estudos e sua dedicação à codificação da Doutrina Espírita; de todos os obstáculos enfrentados por ele nesta árdua tarefa: recriminação, calúnias, discriminação, que ele enfrentou para trazer ao mundo o Consolador prometido.
Um espetáculo que deixará saudades, especialmente para as pessoas que não conseguiram assistir, e também para aquelas que tiveram o privilégio de ver e rever esta montagem belíssima, em todos os aspectos: histórico, doutrinário, figurino.  Enfim, uma peça impecável em todos os sentidos.

Aproveitamos para parabenizar Marco Nicolatto, diretor, autor e também ator do espetáculo, bem como à Silvana Belizário, que interpretou quatro personagens na peça, entre eles, Amelie Rivail, esposa de Kardec, onde a atriz conseguiu passar com maestria, toda a força , o apoio e o incentivo que Amelie sempre depositou no trabalho desenvolvido por Kardec.

A toda a equipe do espetáculo, nossos mais sinceros cumprimentos, e votos de sucesso em suas próximas montagens.
Afinal, “Allan Kardec – o cientista do invisível”, em sua temporada de um ano em cartaz, foi visto por mais de doze mil pessoas.

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O SUCESSO CONTINUA… 12 MIL JÁ ASSISTIRAM!!!

Companhia Operários do Palco reestréia “Paulo e Estevão – O Espetáculo” no Espaço Cultural Santo Agostinho.

Depois de uma temporada de sucesso no Teatro Gazeta – 4 meses em cartaz e mais de 11 mil espectadores – a Companhia Operários do Palco promove a reestréia da peça “Paulo e Estevão – O Espetáculo”. O novo endereço da montagem, a partir de 4 de julho, será o Espaço Cultural Santo Agostinho, onde permanecerá em cartaz de sexta a domingo. O teatro, recém- reformado, nos possibilitará um melhor atendimento ao público, pois tem capacidade de 718 lugares, oferece excelente infra-estrutura, instalações modernas e confortáveis.

“Paulo e Estêvão – O Espetáculo” é um comovente épico da historiografia universal que versa sobre a vida do apóstolo dos gentios, Paulo de Tarso, baseado na obra homônima de Francisco Cândido Xavier / Emmanuel. Com uma montagem vibrante, a Companhia Operários do Palco aborda o tema com intenso conteúdo humano, em que o personagem central – pleno em suas crenças e ideais – passa de cruel perseguidor do cristianismo a peça fundamental para a disseminação do movimento cristão. Função social A peça, adaptada e dirigida por Marco Nicolatto, cumpre também uma importante finalidade social, a partir da cessão dos direitos autorais da adaptação para o Projeto Cireneu.

Reconhecido como de utilidade pública pela Prefeitura Municipal de São Paulo e pelo Centro de Voluntariado de São Paulo como um dos cinco projetos-referência no Estado, o Cireneu presta assistência a moradores de rua da cidade, fornecendo alimentação, vestuário, tratamento odontológico, ambulatorial e encaminhamento para trabalho.

“Paulo e Estêvão – O Espetáculo” é, acima de tudo, uma história tocante que mostra a força dos ideais na vida de cada um. Ao fim da apresentação, não importam os matizes da sua crença, fica a certeza de que é preciso acreditar em si mesmo. Fosse somente por isso, já valeria a pena assistir a peça.

“Paulo e Estêvão – O Espetáculo”
Elenco: Marco Nicolatto, Ruben Espinoza, Silvana Belizário, Juliano Gubolin, Uryas de Garcia, Waldemar Sillas, Marcelo Caraíba, Evânio Teles e Kátia Roberta.

Espaço Cultural Santo Agostinho
Rua: Apeninos, 118 – Metrô Vergueiro
Telefone: 3209-4858
Bilheteria a partir de quarta-feira, 15hs.
Bar e Café
Site: www.ecsa.org.br

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