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	<title>Operários do Palco &#187; Batuíra</title>
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	<description>Belo Produzindo o Bom</description>
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		<title>A história da minha relação com o Batuíra, em breves palavras é a seguinte:</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 18:49:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Operários do Palco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marco Nicolatto]]></category>
		<category><![CDATA[Batuíra]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Xavier]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando me mudei para São Paulo, comecei a frequentar o Grupo Espírita Batuíra, que tinha à epoca a direção do saudoso Spartaco Ghilardi. Muito me surprenndeu saber que Batuíra havia sido ator, muito querido e dono de um dos dois únicos teatros existentes em São na época, chamava-se &#8220;Teatro da Cara Preta&#8221;, no largo São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Quando me mudei para São Paulo, comecei a frequentar o Grupo Espírita Batuíra, que tinha à epoca a direção do saudoso Spartaco Ghilardi. Muito me surprenndeu saber que Batuíra havia sido ator, muito querido e dono de um dos dois únicos teatros existentes em São na época, chamava-se &#8220;Teatro da Cara Preta&#8221;, no largo São Francisco, ao lado da Faculdade de Direito.</span></div>
<div><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"> </span> </div>
<div><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Eu havia deixado a rede globo, após ser ator contratado pela casa por mais de cinco anos, poresta não corresponder`as aspirações do que eu queria dizer e viver através da arte. Vim para São Paulo para fazer teatro, mas mais uma vez decepcionei-me pela leviandade que caracterizava o meio e as produçoes, resolvendo-me a voltar para Belo Horizonte, minha terra natal, onde vivem todos os meus familiares.</span></div>
<div><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Então resolvi largar a carreira após 20 mais anos de intensos sacrifícios. Foi quando me chegou uma carta, recebida através de TCI (transcomunicação), de Minas Gerais, enviada por um conhecido que não sabia o que eu estava fazendo, e muito menos quem era Batuíra, esta carta estava assinada pelo querido benfeitor Batuíra. Nela, além de referências às dificuldades que eu enfrentava, ele dizia para que eu não deixasse a arte, que ainda haveria muito tempo para realizar aquilo que o meu coração pedia.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Nesta mesma época, no grupo Batuíra, que passava por dificuldades em manter o número (elevado) </span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">de atendidos na creche. fiquei muito tocado pelos acontecimentos, fiquei pensando no que poderia fazer para ajudar, mas a minha carência de recursos era quase absoluta.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Então resolvi montar uma peça sobre a vida de Batuíra, para que através da venda de ingressos feitos pelos voluntários, que à epoca eram mais de quinhentos (cada um vendendo cinco) totalizaria a quantia necessária, já que eu não me propunha a ganhar um centavo que fosse. Isso há sete anos atrás. So que nunca havia escrito uma peça de teatro. Eu Já havia lido a biografia do Batuíra elaborada pelo Eduardo Monteiro de Carvalho, O livro &#8220;Mais Luz&#8221;, psicogrado pelo querido Chico, e tudo mais que achei disponível.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Então a noite, no silêncio Batuíra ia passando as cenas para mim, pelo menos eu assim entendia, e escrevi a peça, muito bonita e poética (eu sou suspeito). Então li para o seu Spartaco que adorou e pediu a diretoria que providenciasse o que fosse necessário para  a realização.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"></p>
<div><span style="font-family: Arial;">Então li para o senhor Spartaco Ghilardi, presidente, do Grupo Espírita Batuíra e médium muito querido de todos nós, que adorou e se empenhou de todas as maneiras para que o espetáculo fosse realizado. Infelizmente a peça ainda não foi encenada, permanecendo inédita.</span></div>
<div><strong></strong> </div>
<p>Então para mim o Batuíra é o meu padrinho, o amigo bondoso que me ensinou a escrever para o teatro.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Aqui também já estive na casa em que ele morava, vi onde escondia os escravos, e lugares que me fizeram emocionar com as lembraças deste destemido irmão, que por tanto tempo escreveu seus artigos no jornal assinando &#8220;Ninguém&#8221;, para somente no fim da vida passar a assinar &#8220;Alguém&#8221;.</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">E isso aí, mais obrigado,</span></div>
<div> </div>
<div><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;">Marco Nicolatto.</span></div>
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